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LIVROS

A partir de reflexões e experiências, o Instituto AMMA desenhou uma proposta piloto de formação sobre "Os Efeitos Psicossociais do Racismo", voltada para educadores, psicólogos, trabalhadores da área da saúde em geral e militantes do movimento negro.

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Cotas raciais, por que sim?

Uma publicação do Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas – Ibase - Rio de Janeiro, 2008

Discutir aspectos relativos às ações afirmativas, especialmente cotas raciais, e oferecer argumentos favoráveis à sua adoção são os objetivos desta cartilha.

A presente publicação é fruto dos primeiros debates de uma longa série ocorridos nos meses de maio e junho de 2005, cidade do Rio de Janeiro, e que continuam ocorrendo, neste segundo momento, também nos cursos pré-vestibulares comunitários. O crescimento da demanda por rodas de conversa sobre cotas raciais nos apontou a necessidade de produzir um instrumento que levasse ao público argumentos a favor dessa política, ao contrário do que usualmente se veicula na grande mídia, estimulando e qualificando o debate.

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Saúde da população negra do Brasil

FUNASA - Brasília, 2005.

A publicação “Saúde da população negra no Brasil: contribuição para a promoção da equidade” representa um marco para a saúde pública brasileira, simboliza, no âmbito do Ministério da Saúde, o início de um desafio que é a implementação de uma política de promoção à saúde voltada para as diferenças e diversidades étnico-raciais.

Pensar em saúde é pensar em equidade, acesso aos serviços e, principalmente, a diminuição das desigualdades.

É nesta lógica que a presente pesquisa, dirigida aos profissionais e gestores da saúde, visa contribuir com a Política Pública da Saúde, apostando num futuro no qual não sejam mais necessárias políticas destinadas especialmente a grupos historicamente discriminados.

Sob esta perspectiva espero que a publicação da presente pesquisa seja, na verdade, o início de um processo de discussão a ser ampliado e difundido a todos os gestores e profissionais de saúde do Brasil. - Valdi Camarcio Bezerra - Presidente

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Carlos Moore Wedderburn - 2007

Esta obra surgiu de um pedido específico, formulado por Eliane dos Santos Cavalleiro no momento em que ocupava o cargo de coordenadora da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (SECAD) do Ministério da Educação, e que, por sua vez, correspondeu à intermediação de Luiza Bairros. Com efeito, Luiza vinha me instando a produzir um trabalho de síntese sobre a questão racial na história, destinado a subsidiar a Lei 10.639/03 sobre o ensino obrigatório, no Brasil, da historia da África e dos Afrodescendentes.

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Michel Foucault - Editorial Altamira - La Plata, Argentina.

Este libro es la transcripción del curso de Foucault en el Collége de France entre fines del año 1975 y mediados de 1976. Es el momento en que se editan Vigilar y castigar y La voluntad de saber. Foucault prosigue un plan varias veces anunciado y se detiene en un problema particular: el tema de las poblaciones y el nacimiento de la biopolitica.

En estas clases inaugura un nuevo recorrido. Primero plantea un problema teórico, el de la extensión y operatividad de la genealogía, palabra que designa su perspectiva de trabajo. Luego hace jugar esta perspectiva en un aspecto clave de la biopoiítica, la que concierne al racismo.

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Comitê Científico Internacional da UNESCO para Redação da História Geral da África.
Volume I Metodologia e pré-história da África
(Editor J. Ki-Zerbo)

Durante muito tempo, mitos e preconceitos de toda espécie ocultaram ao mundo a verdadeira história da África. As sociedades africanas eram vistas como sociedades que não podiam ter história. Apesar dos importantes trabalhos realizados desde as primeiras décadas do século XX por pioneiros como Leo Frobenius, Maurice Delafosse e Arturo Labriola, um grande número de estudiosos não africanos, presos a certos postulados, afirmava que essas sociedades não podiam ser objeto de um estudo científico, devido, sobretudo, à ausência de fontes e de documentos escritos.

De fato, havia uma recusa a considerar o povo africano como criador de culturas originais que floresceram e se perpetuaram ao longo dos séculos por caminhos próprios, as quais os historiadores, a menos que abandonem certos preconceitos e renovem seus métodos de abordagem, não podem apreender.

A situação evoluiu muito a partir do fim da Segunda Guerra Mundial e, em particular, desde que os países africanos, tendo conquistado sua independência, começaram a participar ativamente da vida da comunidade internacional e dos intercâmbios que ela implica. Um número crescente de historiadores tem se empenhado em abordar o estudo da África com maior rigor, objetividade e imparcialidade, utilizando com as devidas precauções fontes africanas originais.

No exercício de seu direito à iniciativa histórica, os próprios africanos sentiram profundamente a necessidade de restabelecer em bases sólidas a historicidade de suas sociedades.

Os especialistas de vários países que trabalharam nesta obra tiveram o cuidado de questionar as simplificações excessivas provenientes de uma concepção linear e restritiva da história universal e de restabelecer a verdade dos fatos sempre que necessário e possível.

Esforçaram-se por resgatar os dados históricos que melhor permitissem acompanhar a evolução dos diferentes povos africanos em seus contextos socioculturais específicos.

Esta Coleção traz à luz tanto a unidade histórica da África quanto suas relações com os outros continentes, sobretudo as Américas e o Caribe. Durante muito tempo, as manifestações de criatividade dos descendentes de africanos nas Américas foram isoladas por certos historiadores num agregado heteróclito de africanismos.

Desnecessário dizer que tal não é a atitude dos autores desta obra. Aqui, a resistência dos escravos deportados para as Américas, a “clandestinidade” política e cultural, a participação constante e maciça dos descendentes de africanos nas primeiras lutas pela independência, assim como nos movimentos de libertação nacional, são entendidas em sua real significação: foram vigorosas afirmações de identidade que contribuíram para forjar o conceito universal de Humanidade.

Outro aspecto ressaltado nesta obra são as relações da África com o sul da Ásia através do oceano Índico, assim como as contribuições africanas a outras civilizações por um processo de trocas mútuas.

Avaliando o atual estágio de nossos conhecimentos sobre a África, propondo diferentes pontos de vista sobre as culturas africanas e oferecendo uma nova leitura da história, a História Geral da África tem a indiscutível vantagem de mostrar tanto a luz quanto a sombra, sem dissimular as divergências de opinião que existem entre os estudiosos.

Nesse contexto, é de suma importância a publicação dos oito volumes da História Geral da África que ora se apresenta em sua atual versão em português como fruto da parceria entre a Representação da UNESCO no Brasil, a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do Ministério da Educação do Brasil (Secad/MEC) e a Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).

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Volume II - África antiga
(Editor G. Mokhtar)

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Volume III - África do século VII ao XI
(Editor M. El Fasi)
(Editor Assistente I. Hrbek)

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Volume IV - África do século XII ao XVI
(Editor D. T. Niane)

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Volume V - África do século XVI ao XVIII
(Editor B. A. Ogot)

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Volume VI - África do século XIX à década de 1880
(Editor J. F. A. Ajayi)

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Volume VII - África sob dominação colonial, 1880-1935
(Editor A. A. Boahen)

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Volume VIII - África desde 1935
((Editor A. A. Mazrui)
(Editor Assistente C. Wondji)

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